Em relação a nós, já nada em nós é conjugado no presente. Já fazemos parte do passado. E estar a escrever isto sem chorar já é uma vitoria. Com isto, não pretendo obrigar-te a mudar algo, porque sei que não o farias. É apenas uma despedida do que fomos e do que nunca mais iremos ser. Amei-te, tu amaste-me. Eu amo-te, tu amas-me. Mas em segredo, já nada disto pode ser dito e nem sequer sentido. Nos já não existimos, fomos engolidos pelo passado. O futuro não sei, mas acho que já não nos pertence, perdemos demasiado tempo e demasiado amor.
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